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POLÍTICA Quarta-feira, 10 de Novembro de 2021, 07:00 - A | A

10 de Novembro de 2021, 07h:00 - A | A

POLÍTICA / FECHADA COM O GOVERNO

Maioria da bancada de MT vota a favor da PEC do Calote

Proposta foi aprovada em 2ª votação na Câmara Federal e, agora, vai para o Senado

MIKHAIL FAVALESSA
Da Redação



A maioria dos deputados federais de Mato Grosso votou a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o valor das despesas com precatórios no orçamento federal.

A PEC nº 23/2021 foi aprovada, em 2º turno, na Câmara dos Deputados, por 323 votos a 172 - 15 a mais do que o mínimo necessário para mudanças na Constituição, 308 -, na noite de terça-feira (9).

Na votação em 1º turno, no último dia 4, só a a deputada Rosa Neide (PT) votou contra a proposta.

Leia mais

Câmara aprova em 2º turno texto-base da PEC do Calote

Metade da bancada de MT vota por calote em precatórios

Na ocasião, votaram a favor os deputados Leonardo Albuquerque (SD), o Dr. Leonardo, José Medeiros (Podemos), Neri Geller (PP) e Emanuel Pinheiro Neto (PTB), o Emanuelzinho.

Nelson Barbudo (PSL), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB) não participaram dessa votação.

Na terça-feira, o grupo a favor do Governo ganhou o reforço do deputado bolsonarista Nelson Barbudo (PSL).

Bezerra e Juarez participaram da votação e votaram contra a denominada PEC do Calote.

A petista Rosa Neide manteve seu voto contrário.

POLÊMICA - A conclusão da votação da PEC na Câmara, na noite de ontem, é considerada mais uma vitória do Governo Jair Bolsonaro e de Arthur Lira (PP-AL), preisdente da Casa.

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios dá calote em dívidas judiciais da União.

A medida é prioridade do Executivo para garantir o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 de dezembro até o final de 2022, ano em que Bolsonaro deve disputar a reeleição, além de abrir espaço para outros gastos federais.

Pela proposta, cerca de R$ 90 bilhões devem ser liberados para despesas no próximo ano.

Os deputados rejeitaram propostas de supressão de dispositivos da PEC no segundo turno.

A medida segue para análise do Senado, onde deve encontrar mais dificuldades, segundo avaliação do próprio Bolsonaro.

Apesar de perder apoio na bancada do oposicionista PDT entre o primeiro e o segundo turnos, o governo e o presidente da Câmara conseguiram ampliar a base de apoio à PEC nesta terça.

Entre outras estratégias, patrocinaram uma operação que envolveu distribuição de R$ 1,4 bilhão em emendas parlamentares nas últimas duas semanas.

Para isso, foram usadas as emendas do relator do Orçamento, cuja distribuição atende apenas a critérios políticos e que foram suspensas nesta terça pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Com informações da Folhapress

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