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10.11.2017 | 09h43
Justiça mandar Uber pagar salário mínimo a motorista
Para empresa, motoristas são prestadores de serviço terceirizado; Uber vai recorrer
Divulgação
Uber enfatiza que seus condutores são trabalhadores independentes
DA FRANCE PRESSE

O tribunal trabalhista de Londres decidiu nesta sexta-feira (10) que a Uber deve considerar os motoristas como seus funcionários e pagar a eles o salário mínimo.

A companhia norte-americana, que afirma ter cerca de 40 mil motoristas e 3,5 milhões de clientes em Londres, tentou reverter uma decisão judicial de 2016 que estabeleceu que os motoristas que usam o aplicativo têm direito à hora de trabalho mínima de 7,50 libras (R$ 32,15) e férias remuneradas.

Até agora, os motoristas são pagos por trajeto. A empresa enfatiza que seus condutores são trabalhadores independentes, que escolhem seus horários e os locais de trabalho.

A Uber tem 14 dias para apresentar um novo recurso e já anunciou que pretende fazer isso.

Os autores da ação têm o apoio do sindicato de trabalhadores independentes da Grã-Bretanha (IWGB).

Uber x Londres

Essa disputa não está relacionada com a cassação da licença da Uber para operar em Londres, anunciada em setembro pela Transport for London (TfL), agência que regula o transporte na capital inglesa.

Uber x trabalho

Lutar para não reconhecer o vínculo trabalhista de motoristas que usam seu aplicativo é a nova frente de batalha da Uber no mundo.

Essa disputa ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos, onde a empresa tenta impedir a formação de sindicatos, e no Brasil, onde a empresa foi processada por motoristas, que querem ser reconhecidos como funcionários, e já chamou a atenção do Ministério Público do Trabalho.


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