Artigos
  • PEDRO HENRIQUE MARQUES
    Aspectos constitucionais do referido instituto na atual conjuntura política
  • VICTOR MAIZMAN
    É recorrente a insatisfação e inconformismo da sociedade quanto à elevada carga tributária
  • RENATO NERY
    A imprensa diariamente notícia novos casos de apropriação do espólio da viúva
CNJ / ORIENTAÇÃO DO CNJ

Tamanho do texto A- A+
11.04.2017 | 08h48
Cuiabá descarta 62 mil ações arquivadas desde 2011
Documentos eram do Juizado Especial Criminal de Cuiabá (Jecrim)
Reprodução
Processos criminais lotavam 2052 caixas em juizado. Papel foi doado a firma de reciclagem
DA ASSESSORIA

Atendendo orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Recomendação Nº 37/2011 e também a tabela de temporalidade, o Juizado Especial Criminal de Cuiabá (Jecrim) realizou, no último dia 14, o descarte de 62 mil processos arquivados desde 2011.

A gestora administrativa do Jecrim Cuiabá e coordenadora da Comissão de Descarte de Processos, Bernadete Borges Pereira explicou que as ações estavam há cinco anos arquivados, respeitando, assim a tabela de temporalidade. Ao todo, os 62 mil processos estavam guardados em 2.056 caixas e com a ação realizada, liberou um espaço considerável no arquivo do juizado.

O material entregue à empresa de reciclagem passa por uma triagem e fragmentação para manter o sigilo. Em seguida, vai para a esteira, é picotado e prensado e, em seguida, encaminhado para indústrias do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul, que compram esse papel reciclado e o transforma em papel novo.

Além da liberação de espaço, a gestora ressaltou a questão ligada ao meio ambiente e informou que esse foi um dos motivos do Jecrim procurar a empresa de reciclagem para fazer a destruição dos documentos de forma correta. “Foi uma das nossas preocupações: descartar de forma correta, ao invés de jogar na rua, em locais impróprios”.

Além disso, a empresa de reciclagem paga pelo papel descartado. Com o valor arrecadado Bernadete informou que caberá ao juiz diretor do Jecrim, Mário Kono de Oliveira definir para onde será revertido o valor arrecadado.

A proprietária da empresa de reciclagem Recimat, Vera Lucia Lissoni destacou a ação do Jecrim e disse que esse exemplo deveria ser seguido por mais empresas e órgãos públicos. “Na maioria das vezes o descarte de papel é feito de forma inadequada. Lá fora o papel é lixo, aqui dentro é matéria-prima”, frisou.


Voltar   

Nenhum Comentário(s).
Preencha o formulário abaixo e seja o primeiro a comentar esta notícia
Comente está matéria

Confira também nesta seção:
Junho de 2018
05.06.18 15h50 » CNJ discute se afasta juiz por portar arma durante julgamento
05.06.18 09h44 » Candidato com diabetes não pode prestar concurso como deficiente
01.06.18 09h11 » CNJ arquiva reclamação de invasores contra juíza de Cuiabá
Maio de 2018
08.05.18 17h28 » CNJ suspende ação na qual juiz de MT tenta anular aposentadoria
Abril de 2018
25.04.18 17h42 » Advocacia de Mato Grosso apresenta manifestações ao CNJ
19.04.18 11h37 » CNJ: tribunais precisam de autorização para pagar benefícios extras
Março de 2018
20.03.18 10h24 » CNJ recebe duas ações contra desembargadora por notícia falsa
07.03.18 14h01 » CNJ decide pela legalidade de pagamentos adicionais a juízes
Fevereiro de 2018
22.02.18 09h50 » CNJ vai investigar juíza por suposto não comparecimento em audiências
22.02.18 09h44 » Cármen Lúcia: "CNJ não declara inconstitucionalidade de norma nenhuma"



Copyright © 2018 Midia Jur - Todos os direitos reservados
Trinix Internet