Artigos
  • GISELE NASCIMENTO
    Decisões que atestam o “mero aborrecimento” em casos de desrespeito ao consumidor estimulam o “mero abuso”
  • HÉLCIO CORRÊA
    Não vale mais baratear debate prisional no Brasil ou ficar inutilizando recursos públicos no modelo vingativo e ineficaz
  • VICTOR MAIZMAN
    Cláusula do Devido Processo Legal assegura que ninguém será privado de seus bens, sem o processo legal
  • GONÇALO DE BARROS
    Nas redes sociais, os julgamentos são mais abertos, transparentes; a exceção é o anonimato
CNJ / NOVO MEMBRO

Tamanho do texto A- A+
01.06.2015 | 17h28
Ministro do TST, Lelio Bentes é nomeado para compor CNJ
O novo conselheiro terá mandato de dois anos na vaga deixada por Maria Cristina Peduzzi
Reprodução
Lelio Bentes Correa, que passa a integrar o CNJ
AGENCIA CNJ
O ministro Lelio Bentes Corrêa, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), teve sua nomeação como novo membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (29/5). Indicado pelos ministros da Corte trabalhista, Lelio Bentes foi submetido à sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado em 8/4 e a indicação foi aprovada em Plenário no dia 13/4. O novo conselheiro terá mandato de dois anos na vaga deixada por Maria Cristina Peduzzi, que participou de sua última sessão plenária do CNJ em abril.

Ministro do TST desde 29 de julho de 2003, em posto destinado pela Constituição Federal a representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), o ministro é natural de Niterói/RJ. Bacharel em Direito pela Universidade de Brasília (1986) e mestre em Direito Internacional dos Direitos Humanos pela Universidade de Essex, Inglaterra, em 2000, ingressou no Ministério Público do Trabalho em 1989, onde ocupou o cargo de Subprocurador-Geral do Trabalho a partir de 2001. Em 2002, chefiou a Coordenadoria Nacional de Combate ao Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador Adolescente e integrou o Conselho Superior do MPT de 2001 a 2003.

O novo conselheiro do CNJ também atuou como oficial de programas para a América Latina no Programa Internacional para a Erradicação do Trabalho Infantil (IPEC), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra (Suíça), entre 2002 e 2003. Foi professor da Escola Superior do Ministério Público da União entre 2001 e 2003; da Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF), de 1988 a 1990; e do Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub), desde 1992.

Autor de estudos diversos sobre trabalho infantil e trabalho escravo, foi secretário-geral da International Coalition for the Elimination of Child Labour and for Education e conselheiro do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. É membro da Comissão de Peritos em Aplicação de Normas Internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) desde 2006.
Voltar   

Nenhum Comentário(s).
Preencha o formulário abaixo e seja o primeiro a comentar esta notícia
Comente está matéria

Confira também nesta seção:
Novembro de 2017
17.11.17 16h36 » Tribunal de Mato Grosso capacita juízes sobre delação premiada
13.11.17 16h31 » CNJ mantém decisão de Tribunal que criou câmaras descentralizadas
Outubro de 2017
31.10.17 11h21 » PM não pode prender quem descumpre monitoramento
30.10.17 11h50 » Corregedor apresenta ações para controle de salário de juízes
27.10.17 16h25 » Durante encontro, corregedor fala sobre comprometimento de juízes
27.10.17 16h04 » "Brasil ainda é patrimonialista e machista", diz Carmém Lúcia
25.10.17 15h36 » CNJ divulga dados do Judiciário sobre violência contra a mulher
25.10.17 15h15 » Corregedor apresenta ações para controle de salário de juízes
24.10.17 17h57 » Juíza aposentada de MT é condenada à pena de disponibilidade
24.10.17 16h31 » Liberdade de expressão exige responsabilidade de juízes, diz Carmém Lúcia



Copyright 2012 Midia Jur - Todos os direitos reservados
Trinix Internet