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MPE / MOVIMENTAÇÃO BANCÁRIA

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20.02.2018 | 08h01
Secretário da Assembleia recebeu 14 cheques de Botelho, diz MPE
Elias Santos, irmão do secretário de Estado Wilson Santos, teve pedido de prisão negado
Reprodução
O secretário-geral da Assembleia, Elias Santos, acusado pelo MPE de participar de esquema,
LUCAS RODRIGUES
DA REDAÇÃO

O secretário-geral da Assembleia Legislativa, Elias Santos, é um dos alvos dos 49 pedidos de prisão feitos pelo Ministério Público Estadual (MPE) ao Tribunal de Justiça, por meio da Operação Bereré.

A operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro e distribuição de propina pelas empresa EIG Mercados e Santos Treinamento Ltda (antiga FDL). As prisões de todos os 49 foram negadas.

Segundo o MPE, Elias, que é irmão do secretário de Estado de Cidades, Wilson Santos (PSDB), teria “lavado” dinheiro para o presidente do Legislativo, Eduardo Botelho (PSB).

Numa sequência de atos destinados a esconder a origem ilícita do dinheiro provindo da FDL

Isso porque os dois mantiveram “intensa movimentação bancária” entre 2011 e 2015, período em que ocorreu o esquema, segundo o MPE.

Durante esse período, Elias ainda não era secretário da Assembleia.

Relatório do Gaeco mostrou que Botelho emitiu 14 cheques em favor de Elias, além de uma ordem de pagamento, que totalizaram R$ 60,7 mil. Segundo os promotores de Justiça, não há lastro que justifique as transações.

“Com base nestas provas e informações, verifica-se que Elias Pereira dos Santos Filho se encontra numa sequência de atos destinados a esconder a origem ilícita do dinheiro provindo da FDL Serviços de Registro, Cadastro e Informatização e Certificação de Documentos Ltda, razão porque  sua prisão temporária é necessária para o esclarecimento de tais circunstâncias sem que haja acerto prévio de versão com outros investigados”, diz trecho do pedido do Gaeco.

Tabela que consta na investigação do MPE:

tabela elias

 


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