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23.05.2018 | 09h41
Cartas de crédito
Condenado, ex-secretário de Estado ataca ex-chefes do MPE
DA REDAÇÃO
Eder Moraes

O ex-secretário de Estado Eder Moraes: condenado e ao ataque

Condenado a 104 anos de prisão por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e peculato, entre outros, o ex-secretário de Estado Eder Moraes resolveu voltar à cena. Ele disse que aceita fazer acareação com qualquer membro do Ministério Público Estadual (MPE), sobre emissão e pagamento de cartas de créditos a membros do órgão.

À época secretário de Fazenda, Eder teria intermediado, com a Rede Cemat, a transação, no valor de R$ 7,9 milhões, a 47 membros do MPE, no ano de 2009.

“Tenho certeza absoluta e cristalina das ilegalidades praticadas na emissão das Cartas de Crédito do Ministério Público Estadual. Eles preferem me atacar, quando deveriam explicar com clareza porque emitiram cartas de crédito em papel sulfite", disse.

"Não fizeram, sequer, estudo de impacto fiscal, não providenciaram dotação orçamentária e nem financeira, não fizeram lei especifica, e ainda há fortes indícios de manipulação dos números, o que geraram prejuízo aos poderes constituídos e às prefeituras”, disse ao site O Bom da Notícia, do jornalista Edivaldo Ribeiro.

Peitudo, ele atacou os ex-procuradores-geral Paulo Prado e Marcelo Ferra, que chefiavam o MPE no período das transações.

“Cometeram toda sorte de ilícitos e crimes e estão impunes como uma casta privilegiada da sociedade intocável e pseudos paladinos da moral. Os próprios servidores do MPE atestaram isso dizendo que houve irregularidades gravíssimas. O Tribunal de Contas impôs penalidades aos gestores Marcelo Ferra e Paulo Prado, e depois de dois anos dormindo nas relatorias do TCE, resolveram dizer que não houve má fé para tentar eximi-los da culpabilidade. Se fosse o mesmo caso com um gestor da Assembleia Legislativa ou do Poder Executivo já estariam no CCC (Centro de Custódia de Cuiabá)", disse.   


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