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  • LUIZ FLÁVIO GOMES
    O habeas corpus protocolado em favor do ex-presidente Lula começou juridicamente errado

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12.03.2018 | 15h09
Lamaçal
EIG menospreza ação do Ministério Público Estadual e Defaz
DA REDAÇÃO

Em nota à imprensa, a empresa EIG Mercados, atolada no lamaçal referente ao esquema criminoso desbaratado no Detran-MT, pela Operação Bereré, minimizou a gravidade da denúncia feita pelo Ministério Público Estadual (MPE).

"Os empresários refutam as acusações feitas pelo MPE. Informam que o dinheiro que remunera os serviços prestados pela empresa não vem de recursos públicos. Vem das instituições bancárias que concedem crédito para aquisição de veículos, e que pagam a EIG pelo registro dos contratos de financiamento", diz a empresa.

Além de desqualificar o trabalho dos promotores de Justiça e delegados da Defaz, a EIG sugere que ajuda muito o Estado de Mato Grosso, com o repasse de metade dos valores arrecadados dos contribuintes.

"Os valores são de 50% em benefício do Detran-MT, gerando uma receita expressiva para o órgão. A empresa destaca que esse percentual é o maior dentre todos os Estados, em serviços similares."

Esse tipo de posicionamento, além de significar um tapa na cara dos cidadãos, mostra o perfil duvidoso da empresa - que, finalmente, terá seu contrato rescindido pelo Estado.


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