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04.12.2017 | 17h10
Caso Faespe
Contrato de R$ 14 mi passa a ser investigado
DA REDAÇÃO
Samuel Frungilo

O promotor Samuel Frungilo, do Gaeco: suspeitas sobre contrato

Na representação que originou a 4ª fase da Operação Convescote, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) afirmou ter suspeitas sobre o contrato firmado entre a Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe) e a empresa Bridge Comunicação e Informática Ltda., no valor de R$ 14,2 milhões.

Isso porque a quebra de sigilo bancário mostrou que o dono da empresa, João Cláudio Malta Buyers, depositou R$ 141 mil para o ex-funcionário da Faespe, Hallan Freitas, que é delator do esquema.

Por sua vez, Hallan confessou ter sacado esse dinheiro e entregue para a então diretora da Faespe e apontada como líder da organização, Jocilene Assunção. Após isso, segundo Hallan, João Buyers o procurou para simular um contrato, com o objetivo de justificar a transação bancária.

Porém, segundo o Gaeco, “ainda não foi detectada relação direta entre o referido depósito e os desvios de recursos públicos perpetrados por intermédio da Faespe”.


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