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17.10.2017 | 16h19
Escutas no STJ
É "deselegante" comentar decisão, diz o procurador-geral de Justiça
DA REDAÇÃO
Mauro Curvo

O procurador Mauro Curvo, chefe do Ministério Público Estadual (MPE)

O procurador-geral de Justiça, Mauro Curvo, tem evitado comentar a decisão que remeteu as investigações sobre as escutas clandestinas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Procurado, ele afirmou, por meio de assessoria de imprensa,  que seria "deselegante" o MPE se pronunciar sobre um assunto que "agora pertence à Procuradoria-Geral da República".

A decisão de retirar os procedimentos das mãos do desembargador Orlando Perri e remetê-lo ao STJ atendeu a um pedido do governador Pedro Taques (PSDB) e foi proferida na última quarta-feira (11).

O tucano solicitara que a Corte Superior centralizasse todas as investigações sobre o esquema, conhecido como "Grampolândia Pantaneira". 

Em suas manifestações sobre o assunto, Curvo sempre dizia que o caso deveria ser levado para instâncias superiores, pelo fato de o governador ter sido citado.


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