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13.07.2017 | 16h53
Batata quente
No Tribunal de Justiça, cinco se negam a julgar Convescote
DA REDAÇÃO
Juvenal Pereira

O desembargador Juvenal Pereira, que se declarou suspeito para julgar a Convescote

Já chega a cinco o número de desembargadores que se declararam suspeitos para julgar os habeas corpus dos presos na Operação Convescote, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

São eles: Alberto Ferreira, Gilberto Giraldelli, Luiz Ferreira, Pedro Sakamoto e Juvenal Pereira. Todos alegaram motivos de “foro íntimo” para não julgarem as medidas.

O único que revelou o motivo foi Juvenal Pereira, que alegou ter sido padrinho do casamento de Marcos José da Silva e Jocilene Rodrigues de Assunção, apontados como líderes do esquema.

A operação apura suposto desvio de mais de R$ 3 milhões dos cofres públicos, por meio de convênios firmados entre a Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe) e a Assembleia, TCE, Secretaria de Infraestrutura e Prefeitura de Rondonópolis, entre 2015 e 2017.

A fundação, segundo a denúncia, criava “empresas fantasmas” para simular a prestação de serviços.


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