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10.07.2017 | 16h28
Alvo do Gaeco
Suposto líder de esquema é exonerado de escola do TCE
DA REDAÇÃO
Marcos Jose TCE

O servidor Marcos Jose da Silva: exonerado da Escola de Contas

Apontado como líder do esquema investigado na Operação Convescote, o servidor Marcos José da Silva foi exonerado do cargo de vice-diretor da Escola Superior de Contas, do Tribunal de Contas dos Estado (TCE-MT).

A exoneração foi assinada pelo presidente do TCE-MT, conselheiro Antônio Joaquim.

A operação apura suposto desvio de mais de R$ 3 milhões dos cofres públicos, por meio de convênios firmados entre a Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe) e a Assembleia, TCE, Secretaria de Estado de Infraestrutura e Prefeitura de Rondonópolis, entre 2015 e 2017. A fundação, segundo a denúncia, criava “empresas fantasmas” para simular a prestação de serviços.

Marcos José da Silva, que é técnico do controle externo efetivo e ex-secretário de Administração do TCE, e sua esposa Jocilene Assunção foram presos na 1ª fase da operação, deflagrada em 20 de junho. Porém, Jocilene foi colocada em prisão domiciliar para cuidar do filho pequeno.

De acordo com o Gaeco, com a esposa, Marcos José era o líder da organização criminosa e acumulava suas funções no TCE com o controle das contratações das empresas “fantasmas”, que simulavam prestar serviços para receber o dinheiro do convênio.


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