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    Se agente público pode agir de forma discricionária, Constituição censura atitudes incoerentes

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17.04.2017 | 16h37
Propina de R$ 12 mi
“Tudo é constrangedor”, diz Luiz Pagot
DA REDAÇÃO

"Tudo é extremamente constrangedor". Desta forma, o diretor do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte), Luiz Antônio Pagot classificou o fato de ter o nome citado em um suposto esquema de pagamento de propina de R$ 12 milhões ao ministro Blairo Maggi (PP).

Pagot, ex-homem forte do ex-governador, é citado na acusação do Ministério Público Federal como "interlocutor" da negociação ocorrida em 2006 e que teria resultado no suposto pagamento por parte da Odebrecht para campanha de reeleição de Maggi ao Governo (leia mais AQUI).

“Nunca tratei deste assunto. Fui coordenador geral das campanhas (de Blairo), não era o financeiro e acredito que este assunto nunca foi tratado por ninguém envolvido diretamente nas campanhas. Também não acredito que o Blairo tenha tratado disto”, disse Pagot, ao MidiaNews.


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