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03.04.2017 | 18h04
Acesso negado
Justiça Federal deveria jogar luz sobre Ararath
DA REDAÇÃO

Seguindo o modelo inverso do que dispõe a Constituição Federal e a própria Lei de Transparência e Acesso à Informação, na Justiça Federal em Mato Grosso parece que a regra é o sigilo - e a transparência virou praticamente uma exceção.

Um dos exemplos disso são as movimentações dos processos derivados da Operação Ararath, que apura diversos esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos que operaram no Estado.

Apesar de a operação já ter mais de 10 fases e estar em estágio aprofundado, os processos continuam sob sigilo – e ninguém sabe o porquê.

As consultas nada informam e o tribunal não publica e nem permite o acesso do teor de praticamente nenhuma decisão sobre o caso. A situação, além de questionável, passa a falsa impressão de que nada está sendo feito, colocando em xeque a eficiência do próprio órgão julgador.

Em se tratando de desvio de dinheiro dos cidadãos, praticado por "figuras públicas" que se locupletaram, o que mais a Justiça Federal precisa para dar a transparência necessária? Fica a dúvida no ar.


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