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22.03.2017 | 16h57
Faces do crime
Juíza Selma sonha em escrever livro
DA REDAÇÃO
Selma Arruda

A juíza Selma Arruda: sonha em escrever livro

A juíza Selma Arruda, da Vara Contra o Crime Organizado da Capital, revelou o desejo de escrever um livro contando um pouco de sua experiência na magistratura. 

Ela, que já atuou também na Vara de Crimes Comuns, diz que gostaria de contar um pouco sobre “os dois lados da moeda”. 

“Atuei na Vara de Crimes Comuns e esse é um assunto que me levaria a conversar ao menos uma semana. Tive uma experiência de mais de 20 anos de magistratura, uma experiência muito rica. Gostaria de escrever um livro sobre isso para poder mostrar para pessoas de onde vem essa criminalidade”, disse a magistrada, em entrevista ao programa Ponto de Vista, da TBO

“Hoje, tem a ‘criminalidade pobre’, desde o rapaz que tomou uma cervejinha e tenta dar R$ 50 para o policial para passar na blitz, passando pelo roubo a banco, pelo Novo Cangaço, o tráfico de drogas. E, no outro lado, temos as organizações criminosas compostas pela classe dominante”, afirmou. 

Durante a entrevista, a juíza disse ainda discordar da tese de que a criminalidade esteja ligada à falta de educação

“De um lado tem um crime praticado pelo hipossuficiente, que é o pobre. E no outro, o crime praticado pelo rico. O rico tem escolaridade, tem formação social, tem destaque. Por isso sempre disse que não é a educação que tira ser humano da criminalidade. Tanto que temos pessoas muito bem formadas que continuam na criminalidade, que fazem da criminalidade seu meio de vida. O alicerce familiar e o alicerce moral são muito mais importantes”, disse Selma.


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