Artigos
  • LUIZ HENRIQUE LIMA
    Órgão é essencial para a democracia e melhor desempenho da administração pública
  • LUIZ GONÇALO DA SILVA
    Só agora se vê a efetiva possibilidade de uma compensação financeira
  • RENATO GOMES NERY
    Temos um presidente cercado de militares que namora com o autoritarismo
T. Superiores / DONO DA JBS

Tamanho do texto A- A+
30.12.2017 | 09h38
Presidente do STJ nega pedido de liberdade de Wesley Batista
Preso desde setembro, empresário já teve outros pedidos de liberdade negados
Reprodução
O empresário Wesley Mendonça Batista, um dos sócios do grupo J&F
DO G1

A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, negou novo pedido de liberdade ao empresário Wesley Mendonça Batista, um dos sócios do grupo J&F.

Atualmente, Wesley cumpre prisão em São Paulo pela prática de “insider trading” – que é o uso de informações privilegiadas para obter ganhos no mercado financeiro. O empresário é acusado de ter utilizado sua delação para lucrar com venda de ações e compra de dólares quando suas denúncias foram divulgadas.

Este é o segundo pedido de liberdade negado a Wesley pelo STJ. Em outubro, o ministro Rogerio Schietti Cruz, relator do caso, já havia negado pedido do empresário.

Ao solicitar o habeas corpus novamente, a defesa de Wesley Batista alegou que as investigações sobre o caso já foram encerradas e que não existem fatos que demonstrem que a liberdade do empresário ainda levaria risco às investigações e à ordem pública.

Mesmo assim, a presidente do STJ, que analisou o caso por estar de plantão durante o recesso do Judiciário, negou o pedido e disse que a única novidade apontada pela defesa foi o encerramento das investigações nas esferas penal e administrativa.

De acordo com o STJ, a ministra reconheceu que o fim das investigações pode ter impacto na análise da necessidade da manutenção da prisão, mas disse que os outros fundamentos que levaram o empresário à cadeia ainda persistem, como a garantia da ordem pública, o receio de que ele volte a cometer os mesmos crimes e a inaplicabilidade das medidas cautelares alternativas, todos já examinados pelo ministro Rogerio Schietti.

 

Voltar   

Nenhum Comentário(s).
Preencha o formulário abaixo e seja o primeiro a comentar esta notícia
Comente está matéria

Confira também nesta seção:
Janeiro de 2019
04.01.19 17h45 » STJ nega habeas corpus e mantém prisão de ex-adjunto da Saúde
Dezembro de 2018
27.12.18 14h31 » Foragido, ex-secretário usa soltura de 5 investigados para tentar HC
10.12.18 11h13 » Deixar de pagar férias antes do período gera pagamento em dobro
06.12.18 17h26 » Palácio Guanabara é da União, e não da família imperial, decide STJ
06.12.18 15h08 » TSE invalida votos de Fabris e Kardec fica com a vaga na AL
05.12.18 09h02 » TSE aprova contas da campanha de Bolsonaro com ressalvas
03.12.18 16h30 » Justiça comum é competente para julgar ações penais sobre bitcoins, decide STJ
Novembro de 2018
28.11.18 09h10 » STJ adia julgamento de processo mais antigo do país
24.11.18 09h03 » Ministro do STJ nega pedido de Lula que tentava reverter condenação
21.11.18 16h56 » Superior Tribunal de Justiça decide manter foro privilegiado de desembargadores



Copyright © 2019 Midia Jur - Todos os direitos reservados
Trinix Internet