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05.12.2016 | 16h01
TRE-MT tem o melhor índice em progresso tecnológico
O TRE-MT obteve o índice de 0,76 seguido dos tribunais do Pará e Distrito Federal, que receberam 0,67 de pontuação
Marcus Mesquita/MidiaNews
O TRE-MT obteve o índice de 0,76 seguido dos tribunais do Pará e Distrito Federal
DA REDAÇÃO

Entre os 27 Tribunais Eleitorais existentes no Brasil, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso obteve o melhor índice no que se refere ao progresso tecnológico. É o que aponta estudo publicado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), após levantamento realizado em todos os tribunais do país. 

O TRE-MT obteve o índice de 0,76 seguido dos tribunais do Pará e Distrito Federal, que receberam 0,67 de pontuação. A Justiça Eleitoral de Tocantins conseguiu 0,65. Já o Tribunal de Goiânia alcançou 0,64.

Além dos Tribunais Eleitorais, o CNJ analisou o atual cenário em TI nos Tribunais Superiores do Trabalho (TST) e Eleitoral (TSE); no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Superior Tribunal Militar (STM); nos Tribunais Regionais Federais das cinco regiões (1º, 2º, 3º, 4º e 5º); e nos 27 Tribunais Regionais do Trabalho, além dos tribunais estaduais.

Com base no índice, o desempenho dos órgãos analisados foi classificado em baixo (0,0 a 0,39), satisfatório (0,4 a 0,69), aprimorado (0,7 a 0,89) e excelência (0,9 a 1,0).

Do total de tribunais estudados, 77,17% se encontram com o desempenho satisfatório, 16,30% baixo e 6,52% aprimorados – que é o caso do TRE-MT. Nenhum órgão alcançou o índice de excelência.

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-MT, Aílton Lopes dos Santos Júnior, comemora a primeira colocação entre os tribunais eleitorais.

"O melhor índice indica que estamos no caminho certo ao investir nos estudos e implantação de ações na área da TI. Temos motivos para comemorar, mas consciente que estar na primeira colocação não deve ser motivo para estagnar. Investiremos cada vez mais na tecnologia da informação para melhorar a qualidade dos serviços que prestamos à sociedade", declarou.

Para realizar o estudo, o CNJ elaborou um questionário com 270 perguntas, que foi respondido pelos dirigentes de tecnologia da informação de todos os órgãos. Os questionamentos versaram sobre as políticas, o planejamento, as competências e o desempenho das pessoas,  controle de gestão, integração e nivelamento dos sistemas e serviços de infraestrutura, entre outros aspectos.

Com base nas respostas, cada órgão recebeu um Índice de Governança de TIC, que foi concebido pelo Comitê Nacional de Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário, composto por representantes dos tribunais superiores, da Justiça Estadual, Conselho da Justiça Federal (CJF), do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Agora, com os dados em mãos, o CNJ quer aprimorar e acompanhar a evolução da TI nos diferentes órgãos da Justiça Brasileira.


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