Artigos
  • FRANCISCO BRITO JUNIOR
    Os partidos pequenos precisam traçar estratégias para continuar sua existência por meio de registro de candidatos com força eleitoral
  • ANTONIO SÉRGIO PITOMBO
    Este tipo de profissional do Direito engana a si mesmo e a seus clientes
  • JOSÉ RENATO CORDOVEZ
    MT e outros Estados erraram ao instituir tarifas sobre a base de cálculo da energia elétrica
  • LUIZ FLÁVIO GOMES
    Depois de uma devastadora recessão econômica e uma série de instabilidades políticas, vivemos uma ressaca dramática
J. Estadual / CASO OLVEPAR

Tamanho do texto A- A+
06.02.2018 | 13h25
Falência de empresa é concluída; dívidas somam R$ 551 milhões
Processo durou 17 anos; é o mais complexo e maior falência empresarial do Estado
Reprodução
A juíza Anglizey Solivan de Oliveira(detalhe)
DIEGO FREDERICI
FOLHAMAX

A síndica do processo de falência da Olvepar Indústria e Comércio apresentou na última quinta-feira o quadro de credores, que é um passo importante para aqueles que ainda possuem dívidas com a empresa, que até 2002 possuia uma fábrica esmagadora de soja além de 9 armazéns espalhados em Mato Grosso. Os débitos débitos da empresa somam R$ 551.327.313,96 milhões.

A juíza Anglizey Solivan de Oliveira homologou a lista dos valores apresentados após um trabalho de reorganização do processo de falência. A decretação da falência ocorreu em 2002, porém, o processo já se arrasta na justiça há 17 anos.

Segundo os advogados que atuam no processo, com a consolidação do quadro geral de credores, a esperança é que a ação possa ser concluída. “Com a consolidação do Quadro Geral de Credores, após o julgamento de eventuais impugnações, conclui-se importante etapa do processo, com o fim de encaminhar ao encerramento da falência, que se arrasta há mais de 17 anos desde o ajuizamento do pedido de concordata preventiva”, diz o documento.

A falência da Olvepar é conhecida como a “maior” e mais “complexa” em Mato Grosso. A empresa foi considerada falida pela Justiça em agosto de 2002 por não ter honrado compromissos firmados em seu pedido de concordata, no ano 2000, que estabelecia o pagamento de 75% de sua dívida, mais juros de 12% ao mês e correção monetária, num período de 12 meses.

Na época, a dívida da empresa era de R$ 225,2 milhões. Apesar da conclusão da perícia, os credores ainda podem solicitar impungações.


Voltar   

Nenhum Comentário(s).
Preencha o formulário abaixo e seja o primeiro a comentar esta notícia
Comente está matéria

Confira também nesta seção:
Fevereiro de 2018
17.02.18 15h07 » Confira os plantonistas do fim de semana do Tribunal de Justiça
17.02.18 14h00 » Eder tentou culpar falecido, mas juiz cita prova “incontestável”
16.02.18 11h22 » Gerente alega ter filhas menores, mas magistrado mantém prisão
16.02.18 11h02 » Cabo tenta liberdade no TJ e diz que é o único acusado preso
15.02.18 15h13 » Juíza: CPI pode fazer condução coercitiva sem recorrer à Justiça
15.02.18 08h57 » Juiz multa e manda demitir servidoras por desvios no Indea
13.02.18 14h11 » TJ mantém decisão e conselheiro terá que indenizar eleitora
11.02.18 16h10 » Juiz culpa sistema e se diz suspeito para julgar ação de colega
10.02.18 12h33 » Justiça impede empresas de paralisarem serviços no Pronto-Socorro
10.02.18 09h00 » Confira como será o plantão do Judiciário no Carnaval



Copyright © 2018 Midia Jur - Todos os direitos reservados
Trinix Internet