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/ PRESOS NA SANGRIA

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13.04.2019 | 09h59
Advogado de médicos afirma que não há tratativa sobre delação
José Eduardo Polisel Gonçalves disse que no momento não há negociação sobre colaboração
Alair Ribeiro/MidiaJur
O médico Huark Correa, um dos presos pela Defaz
DA REDAÇÃO

O advogado José Eduardo Polisel Gonçalves, que defende os médicos Huark Correia, Luciano Correia Ribeiro e Fábio Liberali Weissheimer, presos pela Delegacia Fazendária na Operação Sangria, afirmou que "não existe nenhuma tratativa de colaboração premiada" relacionada ao caso.

Segundo ele, nem os médicos, detidos no Centro de Custódia de Cuiabá, nem outros funcionários das empresas Qualicare e Pró-Clin abriram negociação para eventual delação.

Os três presos, assim como outros funcionários, já em liberdade, são acusados de fraudes em licitação, organização criminosa e corrupção ativa, com consequente pagamento de propina, envolvendo contratos em Cuiabá e no Estado.

A posição do advogado não se contrapõe à informação publicada exclusivamente pelo MidiaNews, na última quinta-feira (11), dando conta de que Huark irá colaborar efetivamente com as investigações da Defaz (Delegacia Fazendária), revelando fatos e entregando nomes de envolvidos.

Huark, que foi secretário de Saúde de Cuiabá, afirmou que irá dar informações sobre outras possíveis irregularidades e práticas criminosas, também no âmbito da Saúde, que não tiveram a sua participação.

O médico também deve apontar os nomes de alguns vereadores de Cuiabá, que teriam se beneficiado de esquemas na área da Saúde, principalmente recebendo benefícios, como propina.


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