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/ CASO PERSONAL TRAINER

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08.05.2018 | 16h49
Juiz acata denúncia e acusados de assassinato devem ir a júri
Guilherme de Miranda e Wallisson Santana seriam mandante e executor do crime, respectivamente
Alair Ribeiro/MidiaNews
Guilherme Dias de Miranda foi preso em março deste ano, junto ao comparsa
CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO

O empresário Guilherme Dias de Miranda e seu amigo Wallisson Magno de Almeida Santana tornaram-se réus na ação que julga o assassinato do personal trainer Danilo Campos.

O personal foi assassinado em novembro de 2017, em uma conveniência no Bairro Duque de Caxias, em Cuiabá. 

O juiz Flávio Miraglia, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, recebeu a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) no dia 10 de abril.

Guilherme Miranda é acusado pelo MPE de ser o mandante do crime, enquanto Wallisson seria um dos executores. Com a denúncia aceita, eles deverão ser julgados pelo tribunal do júri.

Os advogados dos réus agora deverão apresentar a defesa. 

Divulgação

Flávio Miraglia

Juiz Flávio Miraglia acatou a denúncia do Ministério Público

Wallison e Guilherme estão presos na Penitenciária Central do Estado desde o dia 16 de março, quando chegaram de São Paulo (SP), onde foram presos.

A dupla foi capturada dentro de um condomínio na capital paulista no dia 9 de março, portando documentos falsos.

O caso

O crime ocorreu no dia 8 de novembro de 2017, no Bairro Goiabeiras, em Cuiabá.

O corpo do personal foi encontrado caído ao lado do carro, na Rua General Ramiro de Noronha. 

Testemunhas relataram que dois homens em uma motocicleta se aproximaram da vítima e fizeram os disparos.

A vítima estava ao lado de seu carro, um Honda Civic, e os criminosos atiraram, matando o personal na hora.

Segundo as investigações, Guilherme teria ordenado a morte de Danilo por ciúme de sua esposa Ane Lise Hovoruski.

Leia mais sobre o assunto:

Justiça manda investigar vazamento de informação de inquérito


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