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18.04.2018 | 17h48
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Amam aponta "má-fé" e interesses “não republicanos” com juíza
DA REDAÇÃO
José Arimatéa 12-09-2017

O presidente da Associação Mato-Grossense dos Magistrados, José Arimatéa

A Associação Mato-Grossense dos Magistrados (Amam) divulgou nota criticando a “injustificável proliferação de notícias mentirosas e tendenciosas"  envolvendo a juíza Anna Paula Gomes Freitas, de Tangará da Serra.

A juíza ganhou notoriedade na semana passada, após publicar no Instagram uma mensagem em que ironiza uma “pergunta idiota” de um advogado durante audiência. Depois disso, até mesmo imagens de Anna Paula, de biquíni, foram divulgadas na imprensa, o que provocou a ira da Amam.

“A magistrada já se explicou e se retratou sobre o incidente matriz de toda a celeuma envolvendo sua pessoa, para tanto se utilizando dos meios de comunicação donde foram extraídas as informações primeiras, no caso, as redes sociais de uso geral”, diz a nota.

A entidade cita “má-fé” e interesses “não republicanos” constantes em recorrentes publicações “em sites de notícias de fotos e postagens antigas da magistrada em redes sociais, não estão colaborando para a prevalência da verdade e muito menos fazendo justiça à grandeza de caráter e humildade da magistrada ao reconhecer seu erro”.

“A Amam enaltece a fortaleza de caráter da magistrada e sua coragem e humildade e ao mesmo tempo se solidariza a ela contra esses ataques mentirosos e contra a proliferação irresponsável de fake news usando seu nome”.

Leia a nota na íntegra:

"A AMAM — Associação Mato-grossense de Magistrados — entidade classista dos juízes e desembargadores do Estado de Mato Grosso, nos estritos limites da livre manifestação de pensamento e no exercício do seu mister sócio-político e associativo, tendo em vista a injustificável proliferação de notícias mentirosas e tendenciosas  a envolver o nome da magistrada Anna Paula Gomes Freitas, da Comarca de Tangará da Serra , vem a público apresentar Nota de Repúdio nos seguintes termos:

1. A magistrada já se explicou e se retratou sobre o incidente matriz de toda a celeuma envolvendo sua pessoa, para tanto se utilizando dos meios de comunicação donde foram extraídas as informações primeiras, no caso, as redes sociais de uso geral.

2. A má-fé ou os interesses “não republicanos”, universalizados através de recorrentes publicações em sites de notícias de fotos e postagens antigas da magistrada em redes sociais, não estão colaborando para a prevalência da verdade e muito menos fazendo justiça à grandeza de caráter e humildade da magistrada ao reconhecer seu erro.

3. Destaca-se que os potenciais excessos, com conotação de injúria e/ou difamação, serão passiveis de averiguação e reclamação perante os canais constitucionais e legais colocados à disposição de qualquer cidadão da República.

4. A AMAM - Associação Mato-grossense de Magistrados enaltece a fortaleza de caráter da magistrada e sua coragem e humildade e ao mesmo tempo se solidariza a ela contra esses ataques mentirosos e contra a proliferação irresponsável de fake news usando seu nome."


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