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16.04.2018 | 17h53
No Gaeco
2ª fase da Operação Sodoma embasa nova investigação
DA REDAÇÃO
Marcos Bulhões - Promotor MP-MT

O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Marcos Bulhões: provas compartilhadas

As investigações da ação penal derivada da 2ª fase da Operação Sodoma, deflagrada em 2016, serão usadas para subsidiar recente inquérito instaurado pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

Na Sodoma 2 foi apurado esquema de exigência de propina a empresários em troca da concessão/manutenção de contratos das empresas com o Estado, na gestão do ex-governador Silval Barbosa.

Ainda não há informação sobre o objeto do novo inquérito instaurado pelo Gaeco, mas o juiz Marcos Faleiros, da Vara Contra o Crime Organizado da Capital, já autorizou o compartilhamento das provas.

"Assim, não havendo qualquer óbice ao deferimento do pedido, autorizo o compartilhamento das provas produzidas no interesse desta Ação Penal com a Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil em Brasília, para fins de instrução dos trabalhos realizados pela Equipe Regional de Fiscalização de Combate à Fraude da 1ª Região Fiscal (Efrau01) [..], e com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO/MP/MT), para fins de instrução do PIC 01/2018/GAECO, determinando que seja mantido sigilo sobre tais informações, às quais somente poderão ter acesso os Promotores de Justiça lotados no GAECO e àqueles por ele designados, bem como os Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, aos quais se impõem a responsabilidade legal (civil e criminal) sobre eventual divulgação de tais informações", diz trecho da decisão, dada no dia 11 de abril. 

 


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